;)
Cada vez mais sei menos lidar com situações em que não conheço as pessoas. Dou comigo a dizer meia dúzia de larachas ficando-me quase sempre a certeza de a impressão que deixo terá muito a ver com uma opinião, já não sei de quem e assim do tipo… "és muito distante numa primeira abordagem". Com certeza que devo deixar por aí esta sensação de pessoa meio fria meio antipática do tipo bicho-do-mato distraído… defesas, meu bem… defesas. Sei lá bem de quê ou de quem… formas de reagir ou deformações do interagir?!
Lá avancei em direcção à mesa onde o grupo estava debaixo do luar tímido. O ambiente é de matar saudades que logo no dia seguinte iriam renascer nas partidas longas de chegadas breves. Troquei meia dúzia de palavras com os presentes. Abracei as princesas como se aquele momento pudesse ficar para os próximos tempos. Tão lindas… tão crescidas… Senti o meu olhar a enturvar-se no reflexo do que olhavas… ai estas Marias lamechas!!! Distâncias e saudades ajudam a fortalecer o nó da amizade … mas vão sempre custar a suportar.
Ouço a voz do anfitrião dizer… “… a … é amiga da … é da família… faz parte da família…” Nunca serei capaz de descrever o que esta frase ocasionou cá dentro. Esta ideia de pertença a este lugar diz tudo!
