segunda-feira, fevereiro 05, 2007
segunda-feira, janeiro 29, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
(simples)mente

Amarro o cansaço no caminho que fica para lá da distância da quietude do sol … que se pôs sem me acordar! Aguardo a força da brisa de um brando assobio … simplesmente…
depois rumarei na ...
.................d
................... i
..................... a
........................g
......................... o
............................n
..............................a
.................................l
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sábado, janeiro 27, 2007
sábado, janeiro 20, 2007
domingo, dezembro 31, 2006
segunda-feira, dezembro 25, 2006
domingo, dezembro 17, 2006
domingo, dezembro 10, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
sábado, dezembro 02, 2006
sábado, novembro 25, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
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domingo, novembro 05, 2006
quinta-feira, outubro 05, 2006
segunda-feira, outubro 02, 2006
quarta-feira, setembro 27, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
domingo, agosto 27, 2006
domingo, julho 30, 2006
[a]pressa[da]mente

Parece que o amanhecer corre fragmentado por entre a ventania leve de um dia que vai ser de verão. Corta-te o ar quente de pequenas rajadas que fazem esvoaçar os cabelos pelo rosto. Custa-te a abrir os olhos semicerrados. Teimas e espreitas a manhã pintalgada de amarelo desmaiado. Num sopro afastas a madeixa que insiste beijar-te os lábios. Apressam-se os passos marcados pelo que nem sabes que tens para fazer. Passo a passo segues no sentido de um único percurso de entre tantos. Ouço-te, ainda, a respiração que serviu de companhia ao meu caminhar. Sem palavras falas-me do ontem da magia dos passeios que ficaram por fazer. Imaginárias as viagens feitas em aviões de papel escritas em tinta permanente do sonho teimoso de partir. Escrevíamos longos apontamentos de jornadas por terra e por mar. Ainda guardo a sebenta rosa desbotado de memórias dos itinerários em que a rota não passava de uma lista de devaneios desejados. Apressas o passo... voa-te o pensar para mais longe dali. Um dia a viagem chegou na partida que não saiu daqui. Revês páginas cheias do branco por escrever... abrandas o passo ... inerte enxergas a sombra da fragilidade que deixas no preto do alcatrão. Toca-te a multidão que atropela as recordações. Acotovela-se o mistério da vontade de seguir por aí. Esgueiram-se memórias que embaciam os olhos da neblina que desapareceu. Enfeitiçada rumas ao que de novo te leva num toque subtil de mão dada
[a]pressa[da]mente...
sábado, julho 08, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
quarta-feira, junho 14, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
terça-feira, junho 06, 2006
sexta-feira, junho 02, 2006
... onde guardarás um suspiro?

Na sombra do silêncio apenas mais um pouco de ontem ainda ficou. Semeaste campos de afecto onde foste boneca de papel... boneca de trapos... boneca de porcelana... sempre frágil de formas mas tão forte de alma.
Resisto imaginar que rumarias mais a sul onde grandes romarias deixam escapar canções de pequenos nadas entoadas pela ausência da mulher que as cantou! Deixo-me escorregar na crença de que outros caminhos ainda se cruzarão pela vida dianteira banindo alguns fantasmas secretos que apenas as tuas mechas deixam distinguir...
De soslaio olho os teus traços do tempo que parecem fundir-se na pedra.
Segredas-me que as tuas horas não são as minhas porque as tuas já começam a faltar ao dia. Comprometidas neste diálogo de memórias inventadas no futuro corriges-me as latitudes mais longínquas fazendo-me acreditar que o azul é apenas de um mar só.
Entre mudanças de vento tempestuosas quantas vezes terás navegado fora da linha de cabotagem?! Como entendes bem o significado dos universos desfeitos entre ausências e recaídas e refeitos na crença de que todos os dias também se erguem monumentos de pequenas vitórias. A vida embriagou-te! A lucidez invade-te!
Olho-te presa ao infinito do que deixaste para trás. Ouço o bater das tuas emoções dissimuladas entre a serenidade e a inquietude...
...onde guardarás um suspiro?










































