... na impaciência de horas sem ouvir a tua voz remexo as roupas e encontro a tua mãozinha delicada e mimada. Assim ficamos entre imagens brilhantes das histórias recontadas em volta dos mistérios dos berços solares e lunares. Mão… que te embala o silêncio… acolhe… embala e alimenta com água láctea, perpetuando vínculos agarrados à árvore da vida.Mão… que te deixa apertar o medo e com outra mão cheia embala cantigas de estrelas levando daqui o vento incerto. Mão… que encolhe gestos de zanga e se esconde no regaço para evitar a palmada e com a outra mão embala berços de caracóis rebeldes e cabelos finos de seda.Mão que deixa escorregar os sonhos pela almofada e volta ao repouso… enfim!
segunda-feira, novembro 21, 2005
Mão que embala o berço...
... na impaciência de horas sem ouvir a tua voz remexo as roupas e encontro a tua mãozinha delicada e mimada. Assim ficamos entre imagens brilhantes das histórias recontadas em volta dos mistérios dos berços solares e lunares. Mão… que te embala o silêncio… acolhe… embala e alimenta com água láctea, perpetuando vínculos agarrados à árvore da vida.Mão… que te deixa apertar o medo e com outra mão cheia embala cantigas de estrelas levando daqui o vento incerto. Mão… que encolhe gestos de zanga e se esconde no regaço para evitar a palmada e com a outra mão embala berços de caracóis rebeldes e cabelos finos de seda.Mão que deixa escorregar os sonhos pela almofada e volta ao repouso… enfim!
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