quarta-feira, janeiro 18, 2006

... desliza-se no sonho!



A sede vem da viagem de caminhar sobre garatujas enoveladas em esculturas da terra por modelar. As peças mais intimas deste lugar... recorda-me! Preciso verificar cronologias... por acontecer! Por uma questão de tolerância em meada e de coerência em novelo não chamo os sentimentos pelos nomes.

Vou... sobrevoo outros lugares onde se desnudam as dunas sobre o olhar do mar. Perco-me no trilho vertiginoso de afectos arrastando o tender e fundo-me na paisagem. Abre-se, rasga-se e alonga-se até perder de vista a via-láctea de momentos que no brilho das constelações idealizam outros instantes.

Daqui não há que fugir... desliza-se no sonho!

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