
Erguem-se imagens escondidas no porão do sonho. Tudo é vago do que emerge da escuridão branca do rio azul esverdeado. No cinza da neblina esvoaça o vulto surrealista de sentimentos e acasos coloridos. Paira a ideia pálida da trajectória do olhar que se perde na descoberta de sombras incertas.
Tenuemente alvorece a mente nos restos desta circunspecção!
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